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"Verdes Trigos" - 5 new articles

  1. CHICO LOPES CHEGA AO DÉCIMO LIVRO DE SUA CARREIRA COM “UM PIO DE CORUJA”
  2. Os Judeus e as Palavras, novo livro de Amós Oz
  3. Vicentini Gomez encerra a filmagem dos depoimentos do “docudrama” Justiça: Uma História
  4. E deu Joia Rara…..
  5. Judeu e palestino lançam livro de receitas “Jerusalém”
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CHICO LOPES CHEGA AO DÉCIMO LIVRO DE SUA CARREIRA COM “UM PIO DE CORUJA”

pio de corujaDécimo livro da carreira do escritor Chico Lopes, nascido em Novo Horizonte, SP, onde se destacou como jornalista e pintor, UM PIO DE CORUJA está saindo pela editora Penalux nesta quinzena, já podendo ser adquirido pela internet.
A carreira de Chico Lopes vem sendo marcada por livros de diversos gêneros. Ele inicialmente publicou duas biografias (dos falecidos prefeitos Agostinho Loyolla Junqueira, de Poços de Caldas, e Messias Gomes de Mello, de Muzambinho) e três livros de contos (“Nó de sombras”, “Dobras da noite” e “Hóspedes do vento”), que foram acolhidos com entusiasmo pela crítica.
Depois, aventurou-se no terreno do romance com “O estranho no corredor” (publicado pela editora 34, de São Paulo) e com o livro foi um dos dez finalistas do Prêmio São Paulo, bem como ganhador de um Jabuti na categoria Romance em 2012. A seguir, publicou um livro de memórias, “A herança e a procura”, com edição esgotada, e o livro de poesia “Caderno provinciano”, também finalista no importante prêmio Portugal Telecom. A esta altura, com seu nome estabelecido, foi convidado para jurado do concurso de contos Cidade de Belo Horizonte e também do Jabuti de romance de 2014. Também recebeu fartos elogios pela publicação de seu livro de ensaios cinematográficos NA SALA ESCURA em 2014.
UM PIO DE CORUJA reúne ensaios sobre livros e escritores que ele publicou na internet e em revistas como a “Cult” e jornais como “Rascunho”. O ponto de partida é a coruja que o personagem de “São Bernardo”, de Graciliano Ramos, ouve no início do romance, e que o motiva a narrar sua vida. Mas o livro transborda de ensaios e revelações sobre Proust, Paul Bowles, Dalton Trevisan, Nelson Rodrigues e vários outros autores.

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Os Judeus e as Palavras, novo livro de Amós Oz

Os Judeus e as Palavras, novo livro de Amós Oz e Fania Oz-Salzberger, discute a identidade dos judeus no mundo de hoje

Os dois autores de Os Judeus e as Palavras comentam logo no início do livro que estão tratando ali de um assunto que discutem desde que um deles tinha apenas três anos de idade. A explicação é simples: a historiadora Fania Oz-Salzberger é filha do coautor do livro, o romancista Amós Oz. As décadas de discussão deles resultaram em quatro ensaios sobre o judaísmo e a história do povo de que fazem parte. Uma pergunta é fundamental e guia todo o trabalho: afinal, o que é ser judeu?

A resposta pode parecer simples. Ser judeu é acreditar na Torá e nos demais livros sagrados. Ou, também, ser judeu pode ser pertencer a uma família que, etnicamente, historicamente, está ligada a uma cultura e a uma religião. Mas essa não é a explicação favorita dos dois autores. O que eles afirmam é que ser judeu é pertencer a uma certa tradição – e essa tradição tem a ver com livros e com palavras.

Uma das metáforas usadas pelos dois para explicar do que eles estão falando: imagine quatro judeus em torno de uma mesa. Não quatro judeus contemporâneos, mas sim quatro pessoas de épocas bem diferentes e que tenham vivido em locais distintos. Se fosse possível reunir essas pessoas, uma tendo vivido na Palestina antes de Cristo e outra, por exemplo, um judeu pós-criação de Israel, eles poderiam se entender. Primeiro, literalmente, porque falariam o mesmo idioma (o hebraico antigo foi “cirurgicamente ressuscitado” com a criação de Israel e o movimento sionista).

Histórias

Mas não se entenderiam só neste sentido. Os judeus de diversas gerações se entenderiam porque teriam o mesmo acervo de histórias para discutir. Conhecem de cor a história de seu povo. Sabem a importância que Moisés e o êxodo tiveram na sua cultura, assim como conhecem o talmude e outras milhares de histórias que fizeram, de cada um deles, o que são. Isso porque, dizem pai e filha, os judeus têm uma tradição milenar de repassar essas palavras, esses ensinamentos, essa cultura, uns para os outros, obrigatoriamente, geração após geração.

O livro não trata só dessa história: fala também do papel da religião na vida dos judeus atuais (ambos os autores são ateus), sobre o papel das mulheres na cultura judaica (eles tentam mostrar que houve mais liberdade para as mulheres na cultura judaica antiga do que se costuma imaginar) e de diversos outros temas. Alguns deles, na verdade, esotéricos demais para o leitor comum, como a discussão sobre em que ordem surgiram as noções de “judeu” e “judaísmo”.

Para o leitor comum, no entanto, há muito que interessa na discussão. A história dos judeus, em si, diz respeito a todos nós, ocidentais, devedores da tradição da Torá. E conhecer a discussão atual sobre o tema é relevante para entender mais sobre religião, sobre Oriente Médio, sobre tolerância e sobre o mundo em geral. As palavras de Oz pai e Oz filha podem nos ajudar a discutir tudo isso. (fonte: coisas judaicas)

 

SINOPSE: Nesse livro que mistura narrativa e erudição, conversa e argumento, o romancista Amós Oz e sua filha, a historiadora Fania Oz-Salzberger, contam as histórias por trás dos nomes, dos textos, das disputas e dos adágios mais duradouros do judaísmo. As palavras, eles argumentam, compõem o elo entre Abraão e os judeus de todas as gerações subsequentes. Continuidade, mulheres, atemporalidade, individualismo – o rol de temas abordados é vasto. Oz e Oz-Salzberger revisitam personalidades judaicas através das eras, da suposta autora do Cântico dos Cânticos aos obscuros Talmudistas e autores contemporâneos. Eles sugerem que a longevidade da cultura judaica, e até mesmo a singularidade do povo judeu, depende não apenas dos lugares, monumentos e personalidades heroicas ou rituais, mas da palavra escrita e do contínuo debate entre gerações. Secularistas convictos, pai e filha deixam de lado o fervor religioso para extrair dos textos sagrados toda sua força de documento histórico, sua sonoridade poética e densidade literária. Repleto de ensinamentos, lirismo e humor, Os judeus e as palavras oferece um passeio pela tradição judaica e estende a mão a qualquer leitor interessado em se juntar à conversa.

      

Vicentini Gomez encerra a filmagem dos depoimentos do “docudrama” Justiça: Uma História

A filmagem dos depoimentos que farão parte do documentário Justiça: Uma História encerrou-se na última sexta-feira (30), no Salão do Júri do Palácio da Justiça.

       

No mês de janeiro, historiadores, operadores do Direito e juristas renomados participaram das gravações da obra, que pretende contar, em testemunhos e cenas dramatizadas, a história da Justiça no Brasil. A iniciativa tem o apoio da Presidência do TJSP.

O presidente da Corte, José Renato Nalini, encerrou a série de depoimentos, que contou também com a participação da desembargadora Zélia Maria Antunes Alves e de Marco Antonio Villa, Ives Gandra Martins, Sérgio Jacomino, Carlos Alberto Parente, entre outros. Nalini expressou seu ponto de vista quanto às futuras transformações no Poder Judiciário e abordou questões relativas à excessiva judicialização dos litígios, “fenômeno que tem contribuído para o crescimento exponencial das tarefas dos magistrados”, afirmou

Dr. José Renato Nalini discorreu sobre a importância e o papel na sociedade do Tribunal de Justiça de São Paulo, o maior Tribunal de Justiça do planeta. Abordou questões relativas à excessiva judicialização dos litígios, fenômeno que tem contribuído para o crescimento exponencial das tarefas dos magistrados, e manifestou suas opiniões a respeito das futuras transformações no Poder Judiciário.

imageDr. Ives Gandra Martins, tributarista renomado e professor universitário, tratou de temas da história do Poder Judiciário, discorrendo sobre sua estrutura na Colônia, no Império e na República. Analisou a trajetória da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e o seu papel na formação dos profissionais do Direito desde 1927 e na formação dos lideres políticos que tiveram presença relevante no Império e na República. Fez uma análise da atuação do Supremo Tribunal Federal em vários momentos da história republicana.

imageO Desembargador Dr. Roque Mesquita, que é também graduado em História, fez comentários sobre a presença de “profissionais” da Justiça já na comitiva de Martim Afonso de Souza. Abordou as características principais do Poder Judiciário em vários momentos da História do Império e da Republica, analisou o Código Civil de 1916, a importância das associações de classe para a magistratura e finalizou o seu depoimento manifestando sua visão do papel do Juiz de Direito na sociedade e na garantia da paz social.

Segundo o produtor, diretor e roteirista Vicentini Gomez, o filme terá depoimentos contundentes, acrescidos de cenas que reconstituirão casos que ilustram como foi a aplicação da Justiça ao longo da história do País, desde o período colonial até a redemocratização, no final do século passado. O projeto do filme foi idealizado pelo desembargador Roque Antonio Mesquita de Oliveira, em 2009, com participação da produtora Palha & Cia – Casa de Criação.

        Comunicação Social TJSP – DI (texto) / divulgação (fotos) imprensatj@tjsp.jus.br e assessoria de imprensa

      

E deu Joia Rara…..

A telenovela "Joia Rara" venceu o prêmio Emmy Internacional, o Oscar da Televisão Mundial. A cerimônia de premiação aconteceu nesta segunda-feira (24) em Nova York, Estados Unidos. A novela brasileira concorreu com outras produções de 19 países, inclusive os Estados Unidos.

A Tv Globo recebeu ainda uma estatueta para Roberto Irineu Marinho, como Personalidade Mundial de Televisão.

Joia Rara, escrita por Thelma Guedes e Duca Rachidi, tem direção de núcleo de Ricardo Waddington e direção geral de Amora Mautner.

A diretora Amora disse em seu pronunciamento que "É uma alegria trabalhar em um texto tão lindo, que pode ser entendido em qualquer língua. Fico orgulhosa de fazer algo no Brasil que tenha uma repercussão internacional".

Joia Rara é protagonizada por Bruno Gagliasso, Bianca Bin, Carmo Della Vechia, Jose de Abreu, Ana Lucia Torre, Domingos Montanger. Tem uma gama de grandes talentos em seu elenco, entre os quais Vicentini Gomez que estava no elenco de outra produção da TV Globo indicada ao Emmy nesta edição: “A Mulher do Prefeito”. Vicentini representou em Joia Rara o Delegado Cavalcante, personagem de destaque na trama. Ano passado Vicentini estava em Avenida Brasil, onde representou Serjão, o sequestrador atrapalhado de Carminha, também produção finalista do Emmy em 2013.

Este ano, Vicentini Gomez viu os curtas "O Movimento Operário" e “As Brincadeiras Infantis”,  da série "A gente sorocabana", classificados para quatro festivais internacionais: Barcelona/Espanha, Equador, Faro/Portugal e Bogotá/Colombia.

Paralelamente, o artista acabou de roteirizar um novo longa intitulado "Justiça! Uma história". O filme contará a história do Judiciário Brasileiro por intermédio de alguns dos seus casos mais polêmicos: do Brasil colônia à época atual. Dentre eles, os julgamentos famosos de "Olga Benário" e do "Mensalão". Dentre os protagonistas da película, os atores  Ana Lúcia Torres e Marcos Caruso – seus colegas de elenco em JOIA RARA.

 

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Judeu e palestino lançam livro de receitas “Jerusalém”

JERUSALEM - SABORES E RECEITASYotam Ottolenghi e Sami Tamimi nasceram e cresceram em Jerusalém: Sami, no leste muçulmano; Yotam, no oeste judeu. Detalhe: jamais se esbarraram por lá, o que só aconteceu décadas depois, quando ambos já moravam em Londres. Foram apresentados, ficaram amigos, descobriram suas histórias paralelas e viraram sócios da Ottolenghi, misto de delicatessen e restaurante espalhado por Londres (é meu porto seguro). Este ano, os conterrâneos, amigos, sócios e cozinheiros se juntaram para escrever um dos mais bonitos e emocionantes livros de gastronomia que tenho manuseado, “Jerusalém”, que, não por acaso, faturou o “James Beard Award”, o mais concorrido prêmio para edições de culinária. Merecido. “Jerusalém” acaba de ser editado no Brasil pelo selo “Panelinha”, da Companhia das Letras. É um livraço, não só pelo capricho da concepção, originalidade das receitas e as belas fotos que recheiam as suas mais de 300 páginas, como pelas histórias pessoais que os dois compartilham. E as incursões que fazem pelos mercados, cozinhas e mesas de uma das cidades mais antigas do mundo. Uma viagem.

A comida parece no momento a única força unificante em Jerusalém. O diálogo entre judeus e árabes, e com frequência entre os próprios judeus, praticamente não existe. Mas a comida parece muitas vezes derrubar essas barreiras. É possível ver pessoas fazendo compras juntas no mercado ou comendo em restaurantes de outros grupos”, diz Ottolenghi, protagonista de “A culinária mediterrânea de Yotam Ottolenghi”, que passa no canal GNT. O livro é dividido em legumes (batata-doce assada com figos frescos), sementes e grãos (arroz basmati, arroz selvagem, grão-de-bico, groselha e ervas), sopa (feijão-branco com cordeiro), recheados (alcachofras recheadas com ervilha e endro), carnes (codorna assada na panela com damasco e tamarindo), peixes (cavalinha frita com beterraba dourada e molho de laranja), massas salgadas (torta de espinafre), doces (peras ao vinho branco com cardamomo) e condimentos (molho de tahine, coalhada seca…).

A gente se inspirou na riqueza de uma cidade de 4 mil anos de história, que mudou de mãos incontáveis vezes, que agora é o centro de três religiões, além de ocupada por uma variedade tão grande de moradores que deixaria a antiga Torre de Babel envergonhada”, diz Yotam.

— A gente se inspirou na riqueza de uma cidade de 4 mil anos de história, que mudou de mãos incontáveis vezes, que agora é o centro de três religiões, além de ocupada por uma variedade tão grande de moradores que deixaria a antiga Torre de Babel envergonhada — diz Yotam.

Existe uma comida típica de Jerusalém? Afinal, estamos falando de uma cidade onde vivem monges gregos ortodoxos; padres ortodoxos russos; judeus da Polônia; judeus não ortodoxos da Turquia, Líbia, França e Inglaterra; sefarditas do Marrocos, Irã e Iraque; árabes cristãos e ortodoxos armênios; judeus iemenitas e judeus da Etiópia, Argentina e Índia; religiosas russas do Uzbequistão e ainda todo um bairro judeu, numa trama de sabores.

A cozinha de Jerusalém é uma mistura de tudo isso. Ela é a capital mundial do quibe! O falafel está em todas, assim como os vegetais recheados, os legumes em conserva, azeites, grãos, especiarias e … homus. E aqui o caldo entorna: quem primeiro amassou o grão-de-bico e misturou com pasta de gergelim— árabes ou judeus? Melhor deixar para lá. Como filosofam os amigos, quem sabe o velho homus acabe unificando os cidadãos de Jerusalém, se nada mais for capaz de fazê-lo? (via Alef – Publicado no Ela/O Globo).

Leia um trecho em pdf

JUDAS

A BALADA DE ADAM HENRY

      

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