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"Verdes Trigos" - 5 new articles

  1. Vicentini Gomez lança nova série de TV: PLAQUITA
  2. “Respirando”, um livro de Antonio Augusto, DR com bom-humor e lirismo
  3. Filme de Vicentini Gomez é classificado para festival de Faro, Portugal
  4. Carta de Adeus, o filme de Alex Figueiras.
  5. DELINQUENCIA AMBIENTAL, os limites do Direito Penal, obra de Cláudio Lopes
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Vicentini Gomez lança nova série de TV: PLAQUITA

imageVocê sabe quem foi a personalidade que batiza o nome da sua rua?

É isso que Vicentini Gomez, ator e cineasta apresenta na série Brincando e Aprendendo com Ruas, Becos, Avenidas & Alamedas –PLAQUITA-, com técnica mista -atores e desenho animado-, para crianças.

Brincando e Aprendendo com Ruas, Becos, Avenidas & Alamedas é uma série de 8 filmes curtos de 8 minutos cada, sobre o nome de cada rua e a história da personalidade que a batiza. Os filmes com linguagem mista –atores e desenho animado em 3D- terão dois momentos distintos: o primeiro será de ação de responsabilidade social como cidadania, educação, saneamento, trânsito, entre outros. No segundo momento será apresentada a biografia de cada personagem.

Plaquita (a placa de rua), com voz dublada por Carla Masumoto, ganhará vida em animação, com emoção, bordão (“eu fico azul de raiva”) e indignações, cada vez que algo estranho acontecer em sua rua.

As personagens foram escolhidas porque seus nomes estão em placas de rua da grande maioria das cidades brasileiras. São eles: Getúlio Vargas, Santos Dumont, Almirante Tamandaré, Regente Feijó, Oswaldo Cruz, Carlos Gomes, Olavo Bilac e Cerqueira Cesar.

A série, filmada em diversas cidades como Indaiatuba, Presidente Prudente, Regente Feijó, Guarujá, Oswaldo Cruz, Cerqueira Cesar, Rio Claro, Rio de Janeiro, entre outras, tem lançamento em cinemas e centro culturais de diversas cidades e será exibido em uma TV Educativa de rede nacional, além de cópias de DVDs, distribuídas gratuitamente para escolas das diversas cidades onde foram captadas cenas.

A concepção e direção do projeto Brincando e Aprendendo com Ruas, Becos,

Avenidas & Alamedas é de Vicentini Gomez com orientação do historiador Prof. Jonas Soares de Souza –Museu Paulista da USP-. A produção executiva foi de Leandro Xavier e a animação é assinada por Gilberto Caserta e Hugo Caserta, que assina também a finalização.

No elenco atores de renome como Ana Lucia Torre, Carlos Meceni, Fábio Saltini, Claudio Mendel, Andréia Barros, Fernanda Bugallo, Calixto de Inhamuns, Thata Diniz, Veridiana Carvalho, Della Martins, Pedro Paulo Vicentini, Carlos Cambraia, e Denílson Biguete.

imageQuem é Vicentini Gomez?

Vicentini Gomez, tem uma longa carreira como autor, ator e diretor, tanto na tv como no teatro e cinema. Seus últimos trabalhos na tv Globo aconteceu nas novelas “Joia Rara”, onde representou o “Delegado Cavalcante” e “Avenida Brasil” como Serjão, o seqüestrador atrapalhado da Carminha. No teatro tem uma produção de cerca de 50 espetáculos com destaque para “Confidências de um espermatozóide careca”, “Picardias do Picadeiro”, “506 anos de Besteirol”, “Tal Pai, Tal Filho” e a “Invenção da Terra do Jeitinho”. Assim foi com “O Rio da Minha Terra”, “Paúra” e “Juqueriquerê”, classificados e premiados em importantes festivais do Brasil e Exterior.

LANÇAMENTO:

No cinema do Centro Cultural Matarazzo, dia 22 – sexta – 20h

Presidente Prudente – São Paulo

      


“Respirando”, um livro de Antonio Augusto, DR com bom-humor e lirismo

Antonio Augusto lança  “Respirandono dia 28 de agosto, às 19h, na Livraria Cultura do Shopping Market Place, em São Paulo.  O diferencial de Antonio Augusto é falar de um tema do qual os homens em geral fogem e as mulheres adoram: a discussão de relacionamento, a famosa DRRespirando traz 34 contos com ilustrações assinadas pelo artista Zé Otavio e projeto gráfico de Mateus Valadares (profissional já indicado ao prêmio Jabuti por seu trabalho).  

Surge um novo escritor: Antonio Augusto, cujo diferencial é falar de um tema que os homens em geral fogem e as mulheres adoram: a discussão de relacionamento, a famosa DR. Ele passou muitos anos escrevendo sobre sua temática favorita – os sentimentos e as dificuldades dos relacionamentos humanos de um modo geral. No entanto, como muitos escritores, foi deixando esse material engavetado por muitos anos. Até que resolveu partir para publicá-los nas redes sociais e abrir o seu próprio blog. E o sucesso foi total.

A inesperada aceitação desse estilo muito particular, misto de uma linguagem,ora lírica ora bem-humorada e irônica, em narrativas compostas de breves memórias, estados contemplativos e reflexão lhe deu a coragem que faltava para reunir os seus melhores textos em livro. O resultado disso foi Respirando

Essa obra marca não apenas a estreia na literatura do autor, como o primeiro trabalho lançado pela editora Peoplemedia, que teve a preocupação de reunir um time de primeira para se lançar no mercado editorial.

São textos em que o autor se apropria de variadas técnicas (incluindo a narrativa epistolar e os diálogos), para falar dos desvãos humanos em situações que encontram imediato eco no leitor, uma vez que poderiam ocorrer a qualquer um e em qualquer lugar. Ele enquadra-se “no mito do homem novo,sensível, másculo, inteligente, analisado, espirituoso, generoso, boa-praça, capaz de rir das falhas trágicas para, finalmente, superá-las”, como descreve Reinaldo Amaro Mesquita, psicanalista e dramaturgista, que assina a apresentação do livro.

SOBRE O AUTOR:

* Antonio Augusto é o pseudônimo de Sérgio Cavalcanti, nascido em 1961, na cidade de Santo Amaro da Purificação, no interior da Bahia. Em 1984 mudou-se para São Paulo onde reside. Mestre em gestão pela Universidade de Stanford, teve sua carreira voltada ao empreendedorismo, participando da criação de empresas de tecnologia e internet. Nos último anos passou a escrever sobre sentimentos e as dificuldades existenciais do ser humano através de histórias, mas engavetava esses textos. Quando resolveu publicá-los nas redes sociais e no seu próprio blog, a inesperada aceitação lhe deu a coragem que faltava para reunir o que escrevia, e publicar seu primeiro livro, RESPIRANDO.

Contos de Cantebury

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Filme de Vicentini Gomez é classificado para festival de Faro, Portugal

"A gente sorocabana" é uma série de seis filmes curtos, com quinze minutos de duração cada, e com uma narrativa onde a ótica dos moradores da cidade é fator preponderante para uma radiografia da formação deste povo do interior paulista.. Os filmes “O Povo Sorocabano”,As religiões na formação da cidade”, “A evolução Urbana”, “As faces da história”, “As brincadeiras infantis” e “O movimento operário” compõem a série.Destes filmes, Vicentini Gomez selecionou três para os festivais: “O movimento Operário”, “As religiões na formação da cidade” e “As brincadeiras infantis”.

Vicentini, premiado como ator, mímico, cineasta, produtor e diretor, participou de diversas telenovelas, como Malhação, Cama de Gato, Avenida Brasil e, mais recentemente, Joia Rara ("delegado Cavalcante")..

Agora nos chega a noticia que "O movimento operário"  foi classificado no prestigiado festival “Farcume – Festival de Curtas-Metragens de Faro 2014” , – que está em sua quarta edição e acontecerá nas instalações da Escola de Hotelaria e Turismo da cidade de Faro, região do Algarve, em Portugal, entre os dias  27 e 30 de agosto deste ano .

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No filme “Movimento Operário”, pessoas notáveis e anônimas contam histórias de  famílias importantes  (inclusive das suas ) na formação e desenvolvimento da cidade de Sorocaba e na construção dos territórios paulista e brasileiro. Depoimentos e reconstituições de cenas com atores pela vertente do “docudrama” foi um dos recursos utilizados quando não existiam registros iconográficos e só se podia contar com as memórias e recordações dos depoentes. A  assessoria técnica do conteúdo histórico foi feita pelos historiadores Jonas Soares de Souza,  Vera Job, Geraldo Bonadio, Sérgio Coelho e José Rubens Incao.

Sorocaba foi povoada por bandeirantes.  Homens que, guiados pela ambição, saiam à procura de ouro e metais preciosos. Quando não encontravam, traziam índios para a mão de obra escrava. Mas a escassez do ouro fez com que essa gente migrasse para a agricultura. E, mais tarde, o sorocabano tornou-se pioneiro no processo da industrialização com o ferro extraído do Morro do Ipanema, instrumento vital para moldar as primeiras ferramentas usadas na agricultura brasileira. Ali foi erguida a primeira fábrica do Brasil.

Na sequência histórica, a cidade foi marcada pelo tropeirismo, que colocou Sorocaba em evidência em toda a América, alargando o território brasileiro.

Com o fim do Império e o começo da República, a Gente Sorocabana mistura-se aos imigrantes e a uma nova cultura. Dentre eles, em especial, os Espanhóis, que adotaram Sorocaba. Chegaram as primeiras fábricas do interior paulista e suas máquinas. Assim a cidade passou a ter o codinome de “Manchester Paulista”, pela quantidade de fábricas existentes na região. O progresso chegou com a ferrovia.

Com os imigrantes, as novas formas de organização vividas na Europa (anarquismo, socialismo e comunismo), além da reivindicação por melhores condições de trabalho.  A militância operária em Sorocaba rendeu-lhe o título de Moscou PaulistaMoscou Brasileira.

O filme foi produzido em 2012;  tem roteiro, direção, produção e edição de Vicentini Gomez, computação gráfica e finalização de Hugo Caserta e trilha  sonora Original de Renato Pires. No elenco: Ricardo Anastácio, Zeca Colares, Javert Monteiro e o Grupo Cururu de Sorocaba.

      


Carta de Adeus, o filme de Alex Figueiras.

10369015_332235193591196_6855225694208355915_oO cinema do Centro Cultural Matarazzo, em Presidente Prudente, foi o palco do lançamento do curta-metragem prudentino “Carta de Adeus”, um drama de 12 minutos, com roteiro e direção de Alex Figueiras, 30.

Estive lá, vi o cine lotado para assistir à película de apenas 12 minutos. E para minha alegria, Alex entregou-me  um DVD para eu apreciar novamente o curta. Valeu a pena!

FILME. Um homem de 30 anos que decide deixar a vida pacata no campo para se arriscar na “cidade grande” que é Presidente Prudente e, depois de dois anos com a nova rotina, decide escrever para a mãe. Esse é o enredo do curta-metragem “Carta de Adeus”. A fascinação por tentar entender o ser humano no momento em que é preciso tomar decisões que possam interferir no ciclo da vida fez com que Figueiras optasse pelo enredo e utizasse a escrita como forma de despedida. “Toda história começa pela carta. O Matheus, personagem principal, está cansado de sua vida e decide procurar um oráculo para ter um auxílio espiritual e, após uma visão, busca mudar de vida”, contou.

Ainda segundo ele, depois da vinda do homem para Presidente Prudente, muitas coisas lhe acontecem, inclusive passar por dificuldades. “Durante a leitura da mãe, nós mostramos nas filmagens tudo o que ele passou, desde a procura por emprego, até o momento em que mendigou em frente à igreja”, falou.

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‘Carta de Adeus’ teve as gravações iniciadas há dois anos (Foto: Diego Gonçalves/Divulgação)

Agora, Figueiras tem pretensões maiores, já o inscreveu em festivais nacionais concorrendo a prêmios.

Sinopse
No campo, a vida era como o voo melancólico de uma borboleta, sereno, suave. À noite então, o vento era visível e carinhoso, trazia os cânticos dos pássaros numa combinação perfeita, uma verdadeira sinfonia. Assim a vida era, menos para Mateus, um jovem lotado de inquietações. Suas dificuldades o cegaram de tal forma, que o fez levantar voo. E como um pássaro, voará altos e baixos sempre a driblar as armadilhas de seus predadores e até o mais temível de todos, a gaiola.

Direção / roteiro / edição / efeitos especiais: Alex Figueiras

Produção: Alex Figueiras e Diego Gonçalves

Música: Gabbe Violineon

Fotografia: Alex Figueiras, Bruno Providelo R. Gardiolo e Eduardo Rizzio

Direção de arte: Mariana Vasconcelos

Elenco: Tiago Cardoso, Cida Camargo Camargo, Maria Augusta, Lucas Abdalla, Sérgio Souza Parmezzani, José Carlos dos Santos, Edivaldo Fervença, Alex Figueiras, Bruno Providelo. Eduardo Rizzio, Diego Gonçalves.

 

 

      

DELINQUENCIA AMBIENTAL, os limites do Direito Penal, obra de Cláudio Lopes

Esta obra do professor, jurista e advogado Cláudio Lopes busca propiciar ao leitor uma determinada visão sobre o ambiente e sua tutela por meio do Direito Penal. Parte-se de uma determinada abordagem do Direito Penal Ambiental sob a perspectiva finalista ortodoxa, isto é, vinculada, necessária e inexoravelmente, às estruturas lógico-objetivas de Welzel. Esta afirmativa será melhor visualizada desde a ideia de que a culpabilidade fundamenta e limita a pena, os contornos traçados pela distinção meramente formal entre ilícitos, como, também e principalmente, pela separação entre culpabilidade (merecimento de pena) e punibilidade (categoria alheia ao conceito analítico de delito e sede propícia de todos os elementos relacionados à necessidade de imposição de pena). Quanto aos fins da pena e sua pretensa capacidade pedagógica, rechaça-se a teoria agnóstica propondo pequena exacerbação dos fins de prevenção para a delinquência ambiental.

Prefácio: Profa. Dra. Érika Mendes de Carvalho
Posfácio: Profa. Dra. Gisele Mendes de Carvalho
Foto da capa: Winnie Overbeek

ISBN 978-85-99286-67-8 (impresso)
ISBN 978-85-99286-68-5 (EPUB)
ISBN 978-85-99286-69-2 (MOBI)

Sobre o autor CLAUDIO LOPES:
O autor é doutorando em Sociologia e Direito pela Universidade Federal Fluminense – UFF, Mestre em Direito pela Universidade Estadual de Maringá – UEM, Especialista em Direito pela UNOESTE e possui graduação em DIREITO pelas Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo, de Presidente Prudente – UNITOLEDO. Atualmente lidera os Grupo de Pesquisa UFMS/CNPq "Controle social, política criminal e tutela jurídico-penal de bens jurídicos individuais e supraindividuais" e "Estudos de Direito Penal: vida e obra de Hans Welzel e suas contribuições para a Ciência Penal contemporânea" e participa, como pesquisador, de Grupos de Pesquisa UEM/CNPq "Novas perspectivas da proteção jurídico-penal do ambiente e da ordenação do território", "Problemas fundamentais do direito penal contemporâneo" e UFMS/CNPq "Tutela jurisdicional punitiva na modernidade" e "Atividade econômica, sustentabilidade sócio-ambiental, políticas públicas e tutela jurídica".
É professor de Direito Penal na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campus Três Lagoas. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Penal. Publicou diversos artigos em periódicos especializados e trabalhos em anais de eventos no Brasil e capítulos de livros publicados e centenas de itens de produção técnica.

 

 

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